quinta-feira, 29 de novembro de 2012

quarta-feira, 7 de abril de 2010

MERCADO CHICO MOURÃO //DALINHA CATUNDA



MERCADO CHICO MOURÃO
DALINHA CATUNDA

Não sou nascida no Ipu,
Mas ipuense de coração.
Lamento ver o descaso,
Manchando a tradição.
Lamento que mercadores
Da não cultura atores,
Propaguem a destruição.

Quem vende sua história
Por ela não tem afeição.
E o mercado do Ipu,
Não é peça de leilão!
É um recinto sagrado,
Não deve ser profanado,
São brados da população.

Em prol do velho mercado,
Protesta cada cidadão,
Que tem apego aos bens,
Conquista de seu rincão.
Sepultar sua história
É riscar da memória
Tijolos de uma construção.

Por isso essa revolta,
Eu tenho como minha.
Levanto minha bandeira
Com vocês na mesma linha.
Junto a Soares e mourão,
Pontes, Ximenes e Aragão
Protesta também Dalinha.

O Velho mercado do Ipu,
Tem nome tem tradição.
É chamado pelo seu povo,
Mercado Chico Mourão.
Celeiro de muitas histórias,
Que o povo traz na memória
Não venda! Não perca a razão!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

ISABELLA.



ISABELLA.
Malu Mourão.
Dos céus a luz te proteja,
Ó filha abençoada!
És feita de poesia
Trazendo em teu ser a alegria.
Que feliz sempre você seja
Criaturinha adorada!
Da brisa tens o frescor,
Da manhã a luz que ilumina.
És como o Sol aquecedor,
Que a flor faz desabrochar.
És do sonho a realidade,
Ó linda e doce menina!
És da vida o amar
Em forma de felicidade.
Isabella é o doce presente,
Enviado pelo criador.
Para deixar a família contente,
Cantando uma canção de amor.
Com todo meu carinho,
Eu abençoo o teu ninho,
Que enfeitas com teu esplendor.



terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Musa Inspiradora//Malu Mourão


Musa Inspiradora
Malu Mourão

E a Musa se deleita no amor,
Como rosa a perfumar a vida...
Habita na imaginação do autor,
Que abriga a poesia em sua guarida.

Ela é a vida, a poesia a criação!
Faz do Poeta sua eterna maradia.
Compartilhando dele a emoção,
No tabernáculo de sua alegria.

E neste alimento de sutil fantasia,
Vai o poeta, em seu fascíno a escrever.
E sua Musa em soberba galhardia,
Em seu coração amante vem viver.

E num romance de perfeita gentileza,
O Poeta e a Musa a se completam,
E num cantar de real beleza,
Os poemas nascem e se alimentam.



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O Silêncio.//Malu Mourão


Sei que há algo estranho,
Mas como poderei saber,
Se teu silêncio bisonho
Nada vem me dizer?

Se eu fiz algo errado,
Como poderei saber,
Se você fica aí calado
E nada vem esclarecer?

Dizem que é humano errar.
Perdoar, então, é sublime!
Mas se o castigo é silenciar
Desculpar-me não redime.

Então, vou me calar.
Pois nosso silêncio resume:
Se não podemos perdoar,
Do erro estaríamos incólume?